Não abandone o terminal e nem o mercado.
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29.8.25
19.8.25
ADX e DI+, DI -
Como funciona o ADX
O ChatGPT disse:
Excelente! Vamos destrinchar o ADX (Average Directional Index) de forma didática, técnica e já pensando no uso prático como trader.
1. O que é o ADX?
O ADX é um indicador criado por Welles Wilder (o mesmo do RSI e do Parabolic SAR) e serve para medir a força de uma tendência – seja de alta ou de baixa.
Ele não diz para onde o preço vai, mas sim quão forte é a tendência atual.
-
Valores do ADX variam entre 0 e 100.
-
Quanto maior, mais forte é a tendência.
-
Quanto menor, mais fraca ou lateralizada está a movimentação.
2. Estrutura do ADX
O ADX é composto por três linhas:
-
+DI (Directional Indicator Positivo)
Mede a força da movimentação de alta. -
–DI (Directional Indicator Negativo)
Mede a força da movimentação de baixa. -
ADX
É a média suavizada da diferença entre +DI e –DI, representando a intensidade da tendência (seja ela para cima ou para baixo).
Resumindo:
-
Se +DI está acima de –DI, tendência de alta domina.
-
Se –DI está acima de +DI, tendência de baixa domina.
-
Se o ADX está acima de 25, a tendência (alta ou baixa) é forte.
-
Se o ADX está abaixo de 20, o mercado tende a estar lateral (sem força direcional).
3. Interpretação Prática
Valores comuns:
-
0 a 20 → Mercado fraco, lateral.
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20 a 25 → Região de transição (cuidado, pode estar prestes a engatar tendência).
-
25 a 40 → Tendência forte e saudável.
-
40 a 60 → Tendência muito forte.
-
Acima de 60 → Tendência extremamente forte (pode estar próximo de exaustão).
4. Exemplo Prático
Imagine o gráfico do IBOV:
-
O preço rompe uma resistência e o +DI cruza acima do –DI.
-
O ADX sobe de 18 para 30.
👉 Isso significa que não só a alta domina, mas também que essa alta ganhou força.
Aqui o trader pode buscar entradas a favor da tendência (price action + ADX confirmando).
5. Exercícios de Fixação
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Abra um gráfico de 15min e um de diário.
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Identifique quando o ADX estava abaixo de 20 e veja se o preço ficou de lado.
-
Depois veja quando o ADX passou acima de 25 e observe se uma tendência realmente se consolidou.
-
-
Marque no gráfico os momentos em que o +DI cruzou o –DI.
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Compare se o ADX confirmava tendência (acima de 25) ou se era apenas ruído.
-
-
Teste diferentes períodos do ADX (14 é o padrão, mas você pode ajustar para 7 ou 21) e perceba como a sensibilidade muda.
Se quiser, posso te mostrar como o ADX se conecta com o Price Action que você está estudando, principalmente para identificar quando vale a pena usar setups de tendência (pullbacks, rompimentos) e quando é melhor evitar. Quer que eu aprofunde nessa ligação?
Você disse:
Continuemos os estudos do ADX agora com o DI+/DI- (14) com ADX (14,9)
O ChatGPT disse:
Perfeito, Moraes! Agora vamos afiar o bisturi: mergulhar na leitura prática do DI+ / DI– (14) junto com o ADX (14,9).
1. Por que "14,9"?
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14 → é o período usado para calcular o DI+ e o DI–. Wilder sugeriu esse número porque é um “ciclo médio” de duas semanas no mercado.
-
9 → é a suavização do ADX. Em vez de usar a suavização padrão de Wilder (que deixa o ADX um pouco “lento”), muitos traders usam 9 para torná-lo mais reativo. Isso ajuda a captar tendências mais cedo, mas pode gerar mais falsos sinais.
Então:
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DI+/DI- (14) = medem força direcional da alta e da baixa.
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ADX (14,9) = mede a intensidade da tendência, suavizada para reagir mais rápido.
2. Leitura do DI+ e DI–
Os DI’s funcionam como “braços de força”:
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DI+ sobe quando as máximas se expandem mais que as mínimas → força compradora.
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DI– sobe quando as mínimas caem mais que as máximas → força vendedora.
O cruzamento deles é chave:
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Se DI+ cruza acima do DI– → indica que os compradores estão tomando o controle.
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Se DI– cruza acima do DI+ → indica que os vendedores estão dominando.
3. O papel do ADX (14,9) nessa leitura
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O cruzamento sozinho dos DI’s não basta, porque pode ocorrer em mercado lateral.
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O ADX confirma se há “músculo” na tendência.
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ADX > 25 → tendência válida.
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ADX < 20 → cruzamentos são pouco relevantes (mercado fraco/lateral).
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4. Estratégia clássica com DI+/DI– + ADX (14,9)
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Entrada compradora
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DI+ cruza acima do DI–.
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ADX sobe acima de 25 → confirma força da tendência.
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Busca-se entradas a favor da alta.
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Entrada vendedora
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DI– cruza acima do DI+.
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ADX acima de 25 confirma força.
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Busca-se entradas na venda.
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Falsos sinais
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Quando ADX está abaixo de 20, os cruzamentos são ruído.
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Quando ADX já está acima de 50, cuidado: tendência pode estar madura, próxima de exaustão.
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5. Exemplo prático
Imagine um gráfico do PETR4:
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Em 14 períodos, o DI+ cruza acima do DI– em R$ 36,50.
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O ADX (14,9) começa a subir de 22 → 27.
👉 Sinal: entrada compradora válida, pois compradores dominaram e há força na tendência. -
Dias depois, o ADX bate 45. O trader acompanha a operação mas já observa que a tendência está madura.
6. Exercícios de Fixação
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Abra um gráfico diário e marque:
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Os pontos de cruzamento DI+/DI–.
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Verifique se o ADX (14,9) confirmava ou não.
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Classifique os sinais como válidos (ADX > 25) ou falsos (ADX < 20).
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Repita em um gráfico intraday (15min).
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Compare a diferença de ruído entre o diário e o intraday.
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Note como o suavizador 9 torna o ADX mais ágil.
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Simule entradas e saídas.
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Entrada no cruzamento com ADX confirmando.
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Saída quando o ADX perde força (começa a cair mesmo com tendência em andamento).
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18.8.25
Volume - os principais indicadores técnicos relacionados diretamente (ou dependentes)
Quantos e quais os principais indicadores técnicos relacionados diretamente (ou dependentes) do Volume.
O ChatGPT disse:
Excelente ponto, Moraes. O volume é uma das variáveis mais importantes na análise técnica porque mostra a intensidade ou “força” por trás de um movimento de preço. Diferente de indicadores puramente de preço (como médias móveis), os indicadores de volume tentam medir a participação dos players, o nível de interesse e a convicção na direção do movimento.
Vamos organizar didaticamente:
1. On Balance Volume (OBV)
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Ideia: Soma ou subtrai o volume diário ao acumulado, dependendo se o preço fechou em alta ou baixa.
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Interpretação:
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Se o OBV sobe enquanto o preço sobe → movimento confirmado.
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Se o OBV cai enquanto o preço sobe → divergência (fraqueza na tendência).
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Usado para: Identificar divergências preço × volume.
2. Volume Weighted Average Price (VWAP)
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Ideia: Média de preço ponderada pelo volume.
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Interpretação:
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Preço acima do VWAP → força compradora (tendência de alta intraday).
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Preço abaixo do VWAP → força vendedora.
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Usado para: Trading intraday, suporte/resistência dinâmico.
3. Volume Profile (ou Market Profile)
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Ideia: Distribuição do volume negociado em diferentes níveis de preço.
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Interpretação:
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Áreas com maior volume → zonas de equilíbrio (suporte/resistência fortes).
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Áreas com menor volume → zonas de rejeição (preço passa rápido).
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Usado para: Identificar regiões de interesse institucional.
4. Accumulation/Distribution Line (A/D Line)
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Ideia: Mede se o ativo está sendo acumulado (compra) ou distribuído (venda), ponderando o volume pelo posicionamento do fechamento na barra.
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Interpretação:
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Linha A/D subindo → pressão compradora.
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Linha A/D caindo → pressão vendedora.
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Usado para: Confirmar tendência e detectar divergências.
5. Money Flow Index (MFI)
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Ideia: Índice de força do fluxo monetário, parecido com RSI, mas ponderado pelo volume.
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Interpretação:
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Acima de 80 → sobrecompra.
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Abaixo de 20 → sobrevenda.
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Usado para: Identificar pressões de compra/venda mais fortes do que o preço sugere.
6. Volume Oscillator (VO)
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Ideia: Diferença percentual entre duas médias móveis do volume.
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Interpretação:
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VO positivo → volume crescente (mais interesse).
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VO negativo → volume decrescente (menos convicção).
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Usado para: Confirmar força da tendência.
7. Chaikin Money Flow (CMF)
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Ideia: Calcula o fluxo de dinheiro dentro e fora do ativo usando volume e posição do preço.
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Interpretação:
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CMF > 0 → entrada de capital (pressão compradora).
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CMF < 0 → saída de capital (pressão vendedora).
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Usado para: Identificar acumulação/distribuição.
8. Klinger Oscillator
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Ideia: Compara tendências de preço de longo prazo com fluxo de volume de curto prazo.
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Interpretação:
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Linha Klinger cruzando a "signal line" → gatilhos de compra/venda.
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Usado para: Confirmar reversões.
9. Volume Rate of Change (VROC)
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Ideia: Mede a taxa de variação do volume em relação ao passado.
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Interpretação:
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Alta no VROC → possível explosão de movimento.
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Baixa no VROC → mercado sem interesse.
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Usado para: Detectar momentos de breakout.
Resumindo os principais:
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Confirmação de tendência: OBV, A/D, CMF.
-
Pressão e fluxo monetário: MFI, Klinger, CMF.
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Níveis estratégicos: VWAP, Volume Profile.
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Osciladores de volume: VO, VROC.
🔎 Exercício prático para fixação:
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Pegue um gráfico de índice ou ação líquida.
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Aplique OBV + VWAP.
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Observe se o preço rompe suportes/resistências com OBV confirmando (subida com OBV em alta).
-
Anote situações em que houve divergência (preço subiu mas OBV caiu).
Esse exercício vai te treinar a não olhar só o preço, mas o peso real do movimento.
Quer que eu monte um quadro comparativo prático mostrando como cada indicador de volume se comporta em rompimentos (breakouts), tendências e lateralidades? Isso seria ótimo para conectar com o Price Action e Tape Reading que você já estuda.
Você disse:
Evidentemente, que não precisamos dominar todos, mas Volume Financeiro, OBV, VWAP (normal ou BAND?). Quais mais você acha que não pode faltar?
O ChatGPT disse:
Exatamente, Moraes — não faz sentido querer abraçar todos os indicadores de volume, até porque muitos são variações uns dos outros. A ideia é selecionar um conjunto enxuto, mas que cubra os principais contextos operacionais:
-
confirmação de tendência,
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detecção de desequilíbrio (compra × venda),
-
definição de zonas de interesse institucional.
Vamos filtrar os que considero indispensáveis no teu caminho (Tape Reading, Price Action e Elliott):
1. Volume Financeiro Puro
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Por quê? É a “matéria-prima” de tudo. No Tape Reading e no Price Action, olhar o volume em barras junto ao candle é essencial.
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Onde brilha? Em rompimentos e testes de suporte/resistência: volume crescente valida o movimento, volume fraco denuncia falso rompimento.
2. OBV (On Balance Volume)
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Por quê? É simples, leve e ótimo para enxergar divergências.
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Onde brilha? Em tendência: se o preço sobe mas o OBV não acompanha, há indício de fraqueza. Útil também em Elliott para confirmar se a onda impulsiva está realmente sustentada.
3. VWAP (normal e Bandas de VWAP)
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Por quê? VWAP sozinho já é suporte/resistência institucional. As Bandas de VWAP (desvios padrão) funcionam como um “Bollinger” baseado em fluxo real, não em volatilidade de preço.
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Onde brilha? Intraday, em operações de fluxo. Preço acima do VWAP mostra domínio comprador. Bandas ajudam a identificar zonas de reversão ou continuação.
4. Volume Profile
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Por quê? Mostra onde o “dinheiro grande” deixou pegada. Ao contrário de olhar volume no tempo, olha volume no preço.
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Onde brilha? Construção de zonas de valor (Value Area), POC (Point of Control). É praticamente um mapa de liquidez.
5. Accumulation/Distribution (A/D Line)
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Por quê? Dá um passo além do OBV, ponderando não apenas direção do fechamento, mas o quanto ele fechou perto da máxima ou mínima da barra.
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Onde brilha? Em lateralidades, ajuda a ver se há acumulação “silenciosa” ou distribuição antes do mercado estourar.
6. Money Flow Index (MFI)
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Por quê? RSI + Volume. É útil para confirmar sinais de sobrecompra/sobrevenda com a variável de fluxo.
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Onde brilha? Em topos e fundos. Serve como filtro para Elliott e Price Action: se aparece divergência de MFI, aumenta a chance de reversão.
⚖️ Enxugando para o essencial (meu conselho prático):
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Volume Financeiro (barras básicas)
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OBV
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VWAP (e Bandas de VWAP para intraday)
-
Volume Profile
👉 Esses quatro já cobrem: confirmação de tendência, suporte/resistência dinâmica e mapa de liquidez institucional.
O A/D e o MFI você pode manter na “caixa de ferramentas extra”, mas não precisa carregar para todo trade.
📌 Exercício:
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Pegue 1 ativo forte em tendência (ex: Petro, Vale ou índice futuro).
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Use VWAP + Volume Profile para achar zonas de valor.
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Marque rompimentos e teste se o OBV confirmou.
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Compare os momentos em que o preço “enganou” mas o volume não sustentou.
Quer que eu faça um fluxograma de decisão prático? Tipo: se o preço rompe, olhe o VWAP; se o VWAP confirmar mas OBV divergir, cuidado; se o Volume Profile mostrar vazio acima, breakout tem espaço… — isso vira quase um “manual de checagem” para operações.
Você disse:
Entre o Money Flow Index e o Chakin Money Flow e o Money Flow - selecione o melhor?
O ChatGPT disse:
Excelente refinamento, Moraes. Os três indicadores que você citou giram em torno da mesma ideia — avaliar o fluxo de dinheiro no mercado — mas cada um tem nuances. Vamos destrinchar e depois escolher o mais útil para tua linha de estudos (Tape Reading + Price Action + Elliott).
1. Money Flow Index (MFI)
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O que é: RSI com volume embutido. Ele pega o preço típico (média de máxima, mínima e fechamento), multiplica pelo volume e cria um oscilador de 0 a 100.
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Pontos fortes:
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Funciona como RSI mais “realista”, porque considera volume.
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Mostra sobrecompra/sobrevenda ponderados.
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Limitação:
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Oscilador de banda fixa (20/80). Em ativos muito líquidos, pode gerar falsos sinais.
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Mais útil para swing/position do que intraday.
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2. Chaikin Money Flow (CMF)
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O que é: Mede quanto do volume entrou/foi absorvido dentro da faixa da barra. Se o fechamento está perto da máxima, considera fluxo comprador; perto da mínima, fluxo vendedor.
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Pontos fortes:
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Indica acumulação/distribuição de forma contínua.
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Ótimo para ver se uma alta está sendo comprada de verdade ou apenas “inflada”.
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Limitação:
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Lento em mudanças rápidas.
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Depende de ajustes de período (20 é o mais comum).
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3. Money Flow (às vezes chamado de Raw Money Flow)
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O que é: É a base do MFI. Simplesmente preço típico × volume, sem transformar em oscilador.
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Pontos fortes:
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Transparente e direto.
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Dá para ver picos de fluxo puro sem interpretação extra.
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-
Limitação:
-
Não é um indicador fechado, precisa ser lido junto com preço e volume.
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Minha seleção para você:
👉 Chaikin Money Flow (CMF) é o que mais conversa com teu objetivo de unir Tape Reading + Price Action + Elliott.
Por quê?
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É direcional (acumulação/distribuição).
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Tem mais “pegada institucional” do que o MFI, que é muito osciladorzão.
-
É mais interpretável do que o Money Flow bruto, que exige cálculo mental e comparação constante.
O CMF mostra, de maneira contínua, se o mercado está sendo carregado na compra ou na venda. Isso casa perfeitamente com leituras de ondas de Elliott (ver se a onda 3 realmente tem fluxo comprador, por exemplo) e com rompimentos em Price Action.
📌 Resumindo a escolha prática:
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Curto prazo / intraday: VWAP + OBV + CMF.
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Confirmações de reversão / swing: OBV + CMF.
-
Estudos adicionais (secundários): MFI e Money Flow puro só se você quiser explorar divergências extras.
Quer que eu monte uma tabela comparativa rápida (com colunas: cálculo, interpretação, ponto forte, ponto fraco, melhor uso) para esses três? Isso te daria um mapa mental instantâneo de qual usar em cada situação.
Você disse:
Então, no meu operacional, no assunto de Volume temos os seguintes indicadores (ou ferramentas): Volume Financeiro com Cor, Volume Quantitativo, Volume por Negócios, OBV, Chaikin Money Flow, Money Flow Index e Acumulação/Distribuição. Já é o bastante.
O ChatGPT disse:
Perfeito, Moraes. Esse conjunto que você fechou é mais do que suficiente e cobre praticamente todos os ângulos que o trader precisa observar no tema Volume. Vamos olhar sistematicamente o que você montou:
🔹 Os Básicos (raiz do Tape Reading)
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Volume Financeiro com Cor → mostra onde entrou dinheiro comprador ou vendedor. Essencial para confirmar candles e regiões de suporte/resistência.
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Volume Quantitativo → mede número de contratos/ações. Útil para ver se há “peso” real ou só liquidez artificial.
-
Volume por Negócios → excelente para identificar atuação institucional (grandes players) versus fluxo de varejo.
Esses três são a “lupa” do fluxo bruto.
🔹 Indicadores de Fluxo e Tendência
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OBV (On Balance Volume) → divergências entre preço e volume. Simples, mas muito eficaz.
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Chaikin Money Flow (CMF) → mostra acumulação/distribuição contínua, ideal para Elliott e confirmações de tendência.
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Money Flow Index (MFI) → RSI com volume, ótimo filtro em sobrecompra/sobrevenda.
-
Acumulação/Distribuição (A/D Line) → confirma se os movimentos de preço estão sendo realmente sustentados por fluxo.
Aqui você tem as “lentes analíticas” do volume.
🔹 Por que isso já basta?
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Você cobre fluxo bruto (volume financeiro, quantitativo, negócios).
-
Você cobre interpretação técnica (OBV, CMF, MFI, A/D).
-
E tem redundâncias inteligentes: OBV e A/D, por exemplo, se confirmam ou se contradizem, o que já vira sinal operacional.
Se fosse carregar mais coisa, começaria a poluir o gráfico e dispersar atenção. O que você escolheu é um arsenal enxuto e poderoso, exatamente o equilíbrio que um trader precisa.
📌 Exercício de fixação:
Pegue 1 semana do Índice Futuro (Bovespa).
-
Marque rompimentos de suportes/resistências.
-
Compare:
-
O volume financeiro com cor (força compradora/vendedora).
-
O OBV e o CMF no mesmo ponto (estão confirmando ou divergindo?).
-
Se o MFI estava em sobrecompra/sobrevenda.
-
-
Anote onde os indicadores convergiram e onde divergiram.
Isso vai te treinar a não usar cada ferramenta isolada, mas a pensar em confluência — que é justamente a arte do operador profissional.
Quer que eu organize esse teu arsenal em um checklist prático de leitura de volume, tipo passo a passo: “primeiro olho o bruto, depois confirmo no OBV/CMF, depois filtro no MFI/A-D”? Isso viraria quase um protocolo para seguir em cada trade.
Você disse:
No momento estou aprofundando o conhecimento das ferramentas que estou utilizando
O ChatGPT disse:
Excelente caminho, Moraes. Em trading, é muito comum o iniciante sair coletando dezenas de indicadores — mas a maturidade vem quando você faz exatamente o que está fazendo agora: mergulhar fundo nas ferramentas que já escolheu até entender os detalhes, os limites e as sutilezas de cada uma.
Vale pensar assim: cada ferramenta que você domina vira como uma lente de aumento, que te permite olhar o mercado sob um ângulo específico. O segredo é usar essas lentes em conjunto, sem se perder em excesso de informação.
Sugestão para aprofundar o estudo
-
Desmonte a fórmula:
Pegue cada indicador (OBV, CMF, MFI, A/D). Entenda a matemática por trás (mesmo que de forma simplificada). Isso ajuda a perceber onde cada um pode falhar.-
Exemplo: OBV só olha o fechamento; então em gaps pode enganar.
-
CMF olha a posição do fechamento dentro da barra; ótimo em tendências, mas lento em reversões rápidas.
-
-
Teste em diferentes contextos:
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Tendência forte (ondas 3 ou extensões).
-
Lateralidade (ondas corretivas complexas).
-
Rompimento falso.
Veja como cada indicador se comporta em cada cenário.
-
-
Construa um “protocolo de leitura”:
Ao invés de olhar tudo ao mesmo tempo, crie uma ordem. Por exemplo:-
Passo 1: Volume Financeiro com cor (fluxo bruto).
-
Passo 2: OBV e A/D (confirmam ou divergem?).
-
Passo 3: CMF (há acumulação real?).
-
Passo 4: MFI (mercado já esticou ou ainda tem espaço?).
-
-
Faça um diário visual:
Print de tela + anotação: “nesse rompimento o volume confirmou, mas o CMF não; resultado: falso rompimento”. Esse tipo de registro acelera absurdamente o aprendizado.
🔎 Um detalhe importante: quanto mais você entende os indicadores, mais eles vão deixar de ser “caixas pretas” e mais você vai enxergá-los como atalhos para ler o fluxo. É nesse ponto que você começa a desligar o “piloto automático” e realmente dominar a ferramenta.
17.8.25
OBV - ON Balance Volume
Explique essa figura que mostra o OBV Indicando Baixa. OBV Decrescente Sinalizando rompimento de suporte com um mercado sem tendência.
O ChatGPT disse:
Vamos destrinchar essa figura de forma didática:
O que estamos vendo?
-
Parte de cima (Preço sem tendência):
O gráfico mostra o preço oscilando dentro de uma faixa lateral (consolidação), sem tendência clara. Ele fica batendo em uma resistência superior e em um suporte inferior, como um pêndulo.
→ Tecnicamente, isso é chamado de range. -
Parte de baixo (OBV decrescente):
O OBV (On Balance Volume) é um indicador que relaciona volume com movimento de preço. Ele vai somando ou subtraindo volumes conforme o preço fecha em alta ou em baixa.-
Se o OBV está subindo, significa que há mais pressão compradora oculta, mesmo que o preço não suba.
-
Se o OBV está caindo, significa que há mais pressão vendedora oculta, mesmo que o preço não caia.
No caso da figura, o OBV mostra uma tendência de baixa (barra a barra decrescente).
-
-
Interpretação conjunta:
-
O preço está lateral → parece neutro.
-
O OBV está caindo → sinal de que, por trás dessa lateralidade, há distribuição (vendedores dominando).
-
Essa divergência entre preço (aparentemente neutro) e OBV (claramente vendedor) sugere que o suporte pode ser rompido para baixo.
-
A mensagem da figura:
Mesmo que o preço não dê pista clara de queda (ficando de lado), o OBV revela fraqueza e antecipa o provável rompimento do suporte para baixo.
🔧 Exercício prático para fixar:
Abra um gráfico em qualquer ativo em período de consolidação e trace o OBV:
-
Veja se o OBV está subindo ou descendo dentro da lateralidade.
-
Anote: quando o OBV caiu durante uma consolidação, o suporte foi rompido? Quando subiu, a resistência foi rompida?
Isso vai treinar seu olho para identificar acumulação (alta) e distribuição (baixa).
Essa nova figura mostra exatamente o oposto da anterior: o OBV indicando alta, projetando o rompimento da resistência.
O que temos na imagem
-
Parte de cima – Preço sem tendência:
O preço está novamente preso em uma faixa lateral (range), oscilando entre suporte e resistência. Ele parece neutro, sem mostrar direção clara.
Só que, ao final, vemos o preço se aproximando da resistência com força e pronto para romper. -
Parte de baixo – OBV crescente:
O OBV está subindo, mesmo enquanto o preço anda de lado.
Isso revela que, apesar da consolidação, há entrada líquida de volume comprador. Em outras palavras, as mãos fortes estão acumulando posição. -
Leitura conjunta:
-
Preço lateral dá a impressão de neutralidade.
-
OBV crescente mostra pressão compradora oculta.
-
Essa divergência sugere que a resistência não vai segurar: a tendência mais provável é o rompimento para cima.
-
Mensagem central da figura:
O OBV crescente dentro de uma consolidação é um sinal de acumulação e de que, muito provavelmente, o preço vai romper a resistência e iniciar uma alta.
📌 Para fixar: quando o preço parece neutro, mas o OBV sobe, desconfie de que o mercado está sendo “carregado” para um movimento de alta.
🚀 Passo a Passo – OBV como ferramenta de leitura antecipada
1. Identifique o contexto do preço
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Se o mercado está em tendência clara, o OBV serve apenas como confirmação.
-
Se o mercado está em lateralidade (sem tendência), o OBV vira uma bússola importante, porque pode antecipar rompimentos.
2. Trace os níveis de suporte e resistência no preço
-
Marque o topo e o fundo da consolidação.
-
Esses serão os pontos a observar para rompimentos.
3. Observe o comportamento do OBV dentro do range
-
OBV subindo → indica acumulação, favorece rompimento da resistência.
-
OBV caindo → indica distribuição, favorece rompimento do suporte.
4. Confirme com o fluxo (tape reading)
-
Quando o preço se aproxima da resistência com OBV crescente, verifique se as agressões de compra aumentam.
-
Se o preço encosta no suporte com OBV caindo, veja se as agressões de venda se intensificam.
5. Espere o gatilho (rompimento + volume real)
-
O rompimento só se confirma se vier acompanhado de volume efetivo.
-
Nesse momento, o OBV já terá antecipado a direção provável.
-
Stop sempre abaixo (ou acima) do último nível de suporte/resistência rompido.
-
Nunca entrar no rompimento sem plano de saída.
🎯 Exercício de fixação
-
Pegue um ativo em consolidação no gráfico de 5 ou 15 minutos.
-
Trace suporte e resistência.
-
Acompanhe o OBV.
-
Registre: “quando o OBV subiu dentro do range, rompeu para cima?” ou “quando caiu, rompeu para baixo?”.
-
Crie um diário de observações — isso vai treinar seu olho para antecipar movimentos.
👉 Continue observando, anotando e revisando — esse processo de treinar o olho é o que transforma teoria em prática sólida
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